Mastalgia ou dor mamária é um sintoma bem frequente tanto em clínicas especializadas quanto nos atendimentos primários¹. Na maioria dos casos é primordial o esclarecimento sobre suas especificidades, assim como a tranqüilização da paciente¹. O que você sabe sobre essa patologia? Se não, quer saber mais? Continue lendo esse texto que vamos te explicar melhor <3

Desvendando a mastalgia

Mastalgia, mais conhecida como dor mamária, é um sintoma comum que afeta em torno de 70% de toda a população feminina¹. A primeira atitude a se tomar é ir a um consultório de mastologia para que o médico, o mastologista, faça um diagnóstico para identificar se a patologia de fato tem origem mamária ou extramamária². Assim, ele pode decidir estabelecer um tratamento farmacológico, ou não¹, pois, de modo geral, apenas 3% das pacientes com mastalgia requerem intervenções com medicamentos².

A mastalgia pode ocorrer durante anos, chegando até a menopausa, o que pode acabar interferindo nas atividades usuais da mulher¹. Também está entre as mais frequentes razões de consulta mastológica de modo geral¹. Com o crescimento do câncer de mama e a probabilidade de que a mastalgia seja um indicativo da doença na população, isso resulta no aumento de buscas para saber mais sobre a atuação da patologia¹.

Classificação

A mastalgia pode ser classificada em: cíclica, não cíclica e de causas não mamárias. Vamos conferir cada uma delas e suas especificidades¹.

Cíclica

Mais frequente a partir dos 30 anos, geralmente bilateral com ardência, mas também podendo ser unilateral e aguda, com propagação para axila e braço¹. Começa entre 7 a 10 dias antes da menstruação e termina no início dela, quando dá uma aliviada¹. É uma condição crônica que tende amenizar na menopausa¹. Em torno de 10-15%  de todas as mulheres possuem esse sintoma de forma agravada, o que interfere em sua vida normal¹.

Não cíclica

Mais comum a partir dos 40 anos, sua duração é menor e resposta espontânea em 50% das pacientes¹. Geralmente é unilateral, ocorre na parte superior das mamas e é relacionada com nódulos¹. Mas esse tipo de mastalgia não tem relação com o ciclo menstrual. Principais causas: adenose esclerosante, câncer, ectasia ductal e necrose gordurosa¹.

Não mamárias

As não mamárias geralmente se enquadram em: angina, colelitíase, costocondrites, síndrome de Tietze, radiculopatia cervical e trauma¹.

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SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

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Referências:

1 - HENKE, RUARO, MIELE. Rev HCPA. Vol. 21, n. 2. Manejo da mastalgia. [Disponível em: https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/163865].

2 - NUNES, CONDE, SOUZA. Rev Bras Mastologia, 2011. Mastalgia cíclica: abordagem clínica. [Disponível em: http://www.mastology.org/wp-content/uploads/2015/06/MAS_v21n3_135-139.pdf].

3 - Mendes, GD; Mendes, FD; Domingues, CC; Oliveira, RA de; Silva, MA da; Chen, LS; et al. Comparative bioavailability of three ibuprofen formulations in healthy human volunteers. Int J Clin Pharmacol Ther. 2008