Seis pensamentos que toda mulher precisa evitar

No dia a dia, é bem comum que a gente ceda a certas pressões da sociedade que, por consequência, geram alguns pensamentos que ficam martelando em nossa cabeça. O problema é que, mesmo sem perceber, podemos nos deixar levar por esses pensamentos e acabar seguindo ideias sexistas que, infelizmente, estão muito presentes na sociedade. Para saber como combater isso tudo, confira seis pensamentos que toda mulher precisa evitar!

Se culpar por não se enquadrar em um padrão de beleza

A mulher sofre influência e pressão de várias partes da sociedade para se enquadrar em um padrão que estipula forma física esbelta, pele impecável, cabelos sempre alinhados, entre outras características, como a verdadeira forma de beleza. Qualquer característica que fuja disso já não é vista como bonita e, claro, a mulherada que não atende esse padrão impossível termina se sentindo frustrada.

Por isso, é importante evitar esse tipo de ideia, de que você só pode se sentir e ser vista como bonita se for como a modelo na capa de revista. O importante é se sentir bem, saudável, feliz e subtitlee consigo mesma. Assim, você se ama e as pessoas ao redor de você vão lhe amar também - e do jeitinho que você é.

Achar que não é autossuficiente

Sabe aquela insegurança meio sem sentido que pinta quando você tem que, por exemplo, trocar uma lâmpada? Aquele pensamento lá no fundo da mente que diz “talvez eu devesse pedir para um homem fazer isso…”? É essa hesitação sobre a nossa autossuficiência, alimentada por aquela velha ideia de que a mulher é o sexo frágil, que pode acabar segurando o nosso impulso de fazer mais, de sermos melhores, de termos um papel de destaque na sociedade.

Por isso, na próxima vez que você duvidar de si mesma, troque esse pensamento por uma boa injeção de confiança. Sim, você pode alcançar os seus objetivos!

Pensar que não pode fazer algo só porque é mulher

“Jogar futebol não é coisa de menina” ou, ainda, “brincar de carrinho é coisa de menino, não de uma mocinha!” são frases que desde a nossa infância tentam nos convencer de que não podemos fazer algo somente por sermos mulheres. Totalmente sem cabimento, né?!

E esse tipo de ideal sexista se propaga para a vida adulta, quando ainda há pessoas que pensam que não podemos dirigir empresas, pilotar carros, atuar como árbitra em partidas de futebol, entre tantos outros preconceitos. Lembre-se: não existe “profissão de homem” e “profissão de mulher”; se você se esforçar e se capacitar, pode atuar em qualquer área!

“Essa roupa não é adequada”

Juntamente com aquela ideia de padrão de beleza que já falamos, há também esse pensamento de que a mulher deve se vestir de forma adequada - adequada para a sociedade. Por isso, às vezes é comum nos deixarmos levar por essa ideia e nos questionarmos sobre o nosso modo de nos vestir, desde o comprimento da saia até outras questões, como se a roupa é feminina ou está de acordo o seu corpo.

Mas nada disso é válido se você não se sentir bem. É gordinha e quer usar cropped? Tudo bem! Acha que podem te julgar pelo tamanho da sua saia? O problema é deles! Desde que você esteja confortável e se sentindo bem, nenhuma dessas “adequações” da sociedade importam.

“Preciso casar, ter muitos filhos, ser do lar”

Desde pequenas, muitas de nós sofremos com aquela pressão de nos tornarmos, um dia, uma “moça de família”. Essa ideia da mulher como dona de casa, mãe de vários filhos, pode agradar muitas de nós - e não há problema nisso! A questão é que às vezes somos impostas a aceitarmos essa visão de vida, e aí sim existe um problemão.

Nós devemos sempre desconstruir qualquer ideia que acabe trazendo imposições, tirando assim a nossa liberdade de escolher o caminho que nos torna mais felizes, e fazendo qualquer decisão de vida ser malvista pelas outras pessoas.

Por isso, não se apegue a essa ideia de que você precisa ser aquela clássica mãe de família se não quiser. Seja sempre você mesma, busque a sua felicidade e persiga aquilo que torna os seus dias mais alegres - seja isso cuidar dos seus lindos filhos ou viver livre, leve e solta por aí!

Julgar outras mulheres

Depois de tudo isso, agora você já sabe como evitar aqueles pequenos sexismos que pintam no dia a dia e a gente nem se dá conta. Mas, além disso, vale aqui uma reflexão: será que você não acaba espalhando essas ideias por aí sem querer? Você pega no pé daquela amiga que não quer entrar para o projeto verão; repara nas roupas das outras mulheres na rua?

Um passo importante para acabar com essas pressões sociais é justamente nós mesmas sermos mais solidárias e compreensivas umas com as outras. Então, que tal compartilhar essas ideias com todas as suas amigas?!