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Pode ser que você não saiba ao certo o que é o Vírus HPV (Papiloma Vírus Humano), mas certamente já ouviu falar sobre ele em algum momento. O Papiloma Vírus (HPV) é uma das doenças sexualmente transmissíveis (DST) de maior prevalência no mundo, e tem alta relação com o desenvolvimento do câncer de colo do útero¹.

Vírus HPV: o que é e quais os sintomas?

O HPV ou o Papiloma Vírus é uma doença sexualmente transmissível que atinge grande parte da população. Sua alta prevalência é uma questão de saúde pública, pois o seu surgimento e a persistência podem causar câncer de colo de útero². Entretanto, a doença não atinge somente mulheres e muitas vezes nem sequer se manifesta¹, apesar de estar lá.

Já quando se manifesta, o HPV atinge as células epiteliais de revestimento da pele ou das mucosas, podendo causar verrugas nas mãos e nos pés ou condilomas, que são verrugas genitais. Felizmente, grande parte dessas infecções não são malignas³.

A relação do vírus com o câncer e a importância do papanicolau

Existem diversos tipos de Papiloma Vírus, alguns dos quais estão relacionados ao desenvolvimento do câncer de colo de útero. Inclusive, diversos estudos já comprovaram que a infecção por esse vírus é o fator de causa principal no surgimento desse tipo de câncer. Sua progressão (ou não) depende também do tipo de vírus, da persistência da doença e da evolução das lesões cancerígenas²,³.

Daí a importância de fazer regularmente o exame papanicolau, que detecta se há ou não a presença desse vírus³. E como mencionamos antes, nem sempre a doença apresenta sintomas, então é imprescindível a visita regular ao ginecologista e a realização periódica do exame.

Como é feita a prevenção do HPV? 

Como todas as outras DSTs, o HPV pode ser evitado com o uso de preservativos (camisinha), além de ser importante levar em consideração os fatores que tornam a mulher mais suscetível a desenvolver essa infecção. O início precoce das relações sexuais e o número de parceiros ao longo da vida são alguns dos fatores que facilitam o surgimento da doença4.

Além disso, é feita anualmente a vacinação contra o HPV. A iniciativa do Ministério da Saúde está incluída no Calendário Nacional de Vacinação, e é gratuita para meninas de 9 a 13 anos. Mas, aí surge a dúvida: por que ela é feita em crianças, que nem sequer iniciaram a vida sexual?

A gente explica: a vacina é mais eficaz contra o câncer de colo de útero em quem ainda não teve relações sexuais³. Por isso que elas estão disponíveis para as jovens dessa faixa etária. Porém, a vacina também pode ser feita em mulheres mais velhas, em unidades privadas de saúde.

Se você tem ou conhece alguém que tenha uma filha ou sobrinha entre 9 e 13 anos, comente a importância da vacina contra o HPV. Para realizar a vacinação, basta procurar uma Unidade de Saúde do SUS. Não se esqueça do documento de identidade e da carteirinha de vacinação! ;)

Como todas as outras DSTs, o HPV pode ser evitado com o uso de preservativos (camisinha), além de ser importante levar em consideração os fatores que tornam a mulher mais suscetível a desenvolver essa infecção.

Referências:

1) Queiroz DT, Pessoa SMF, Sousa RA. Infecção pelo Papiloma Vírus Humano (HPV): incertezas e desafios [Internet]. Acta Paul Enferm. 2005 [acesso em 20 de jan. de 2016]. Disponível: http://www.scielo.br/pdf/ape/v18n2/a12v18n2.pdf.

2) Souto R, Falhari JPB, Cruz AD. O Papiloma Vírus Humano: um fator relacionado com a formação de neoplasias [Internet]. Rev. Bras. Cancerol. 2005 [acesso 20 de jan. de 2016]. Disponível: http://www.inca.gov.br/rbc/n_51/v02/pdf/revisao2.pdf.

3) NakagawaI JTT, SchirmerI J, BarbieriI M. Vírus HPV e câncer de colo de útero [Internet]. Rev. Bras. Enferm. 2010 [acesso em 20 de jan. de 2016]. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reben/v63n2/21.pdf.

4) Nonnenmachera B, Breitenbacha V, Villab LL, et al. Identificação do papiloma vírus humano por biologia molecular em mulheres assintomáticas [Internet]. Rev. Saúde Pública. 2002 [acesso em 20 de jan. de 2016]. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v36n1/8122.pdf.

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Indicações: tratamento dos sintomas de febre e dores leves e moderadas associadas a gripes e resfriados, dores de garganta, de cabeça, enxaqueca, de dente, nas costas, musculares, articulares e na região abaixo do umbigo, como cólicas menstruais. MS 1.7817.0892.

SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

Fev/2021.
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Referência Consultada: 1. Bula do produto Buscofem. 2. *Mendes GD, Mendes FD, Domingues CC, et al. Comparative bioavailability
of three ibuprofen formulations in healthy human volunteers. Int J Clin Pharmacol. 2008; 46 (6), 309 – 318.